Eleição. Coligação no Estado não é considerada complicada
Candidatura própria do PT em Minas ganha força e adesão paulista
Partido quer aliança com o PMDB, mas deseja também a cabeça de chapa
Carla Kreefft
Cresce a convicção dentro do PT de que o partido deverá ter candidatura própria ao governo de Minas Gerais. Apesar das conversas que já estão sendo realizadas entre os petistas e peemedebistas mineiros, a possibilidade de o PT não ter um candidato próprio está sendo descartada.
A posição foi reforçada anteontem, em Belo Horizonte, durante um jantar de adesão à candidatura do deputado Reginaldo Lopes para a presidência da sigla no Estado. Os deputados federais paulistas, Cândido Vaccarezza e João Paulo Cunha, afirmaram que, na avaliação interna do partido, Minas é considerado um Estado onde não haverá problema para uma composição com o PMDB, mas ambos disseram que não imaginam uma chapa sem que o PT tenha a cabeça de chapa.
Questionados sobre a pré-candidatura do ministro das Comunicações, o peemedebista Hélio Costa, os deputados paulistas afirmaram que estão otimistas quanto a um entendimento. "Sou otimista, tem espaço para todo mundo. O PMDB virá conosco no plano nacional e aqui em Minas", disse Vaccarezza, líder na Câmara.
Os dois pré-candidatos do PT de Minas, o ministro de Desenvolvimento Social e Combate à Fome, Patrus Ananias, e o ex-prefeito de Belo Horizonte Fernando Pimentel têm afirmado que a aliança com o PMDB e os outros partidos da base aliada do presidente Luiz Inácio Lula da Silva é importante, mas nenhum deles admite uma eventual retirada da pré-candidatura em favor do PMDB, para reforçar um acordo nacional.
O deputado João Paulo Cunha reconheceu que, em alguns Estados, como São Paulo, Bahia, Santa Catarina e Pernambuco, a união entre PT e PMDB está muito difícil. Segundo ele, esse não é o quadro de Minas Gerais, "onde o presidente Lula tem aliados importantes nos dois partidos".
No jantar, em que recebeu os apoios de Cunha e Vaccarezza, Reginaldo Lopes disse que seu partido nunca esteve em uma situação tão favorável na disputa pelo governo de Minas.
Candidatos cumprem agenda antes da definição de nomes
O Ministro do Desenvolvimento e Combate à Fome, Patrus Ananias (PT), participou ontem de um seminário sobre políticas sociais em Congonhas, na região Central. À noite, assistiu à posse da diretoria do Sindicato dos Professores do Estado.
Pré-candidato ao governo de Minas, Patrus trava com o ex-prefeito de Belo Horizonte Fernando Pimentel um duelo interno no PT pela indicação.
Dos dois lados, os apoiadores sustentam que o pleiteante possui o poder da maioria da legenda. Antes de definir quem será o escolhido, o PT tem pela frente as eleições diretas. Cinco candidatos disputam o comando do PT no Estado.
Excursão
- O governador em exercício, Antonio Anastasia (PSDB), foi homenageado ontem nas cidades de Careaçu e Nazareno, no Sul de Minas
- Ele anunciou que o programa Farmácia de Minas, do governo, vai abranger 500 municípios
- Mais uma vez, Anastasia evitou falar sobre eleições
Flash
PED. O PT realiza em novembro eleição direta para escolher o novo comando do partido em Minas e em âmbito nacional
A posição foi reforçada anteontem, em Belo Horizonte, durante um jantar de adesão à candidatura do deputado Reginaldo Lopes para a presidência da sigla no Estado. Os deputados federais paulistas, Cândido Vaccarezza e João Paulo Cunha, afirmaram que, na avaliação interna do partido, Minas é considerado um Estado onde não haverá problema para uma composição com o PMDB, mas ambos disseram que não imaginam uma chapa sem que o PT tenha a cabeça de chapa.
Questionados sobre a pré-candidatura do ministro das Comunicações, o peemedebista Hélio Costa, os deputados paulistas afirmaram que estão otimistas quanto a um entendimento. "Sou otimista, tem espaço para todo mundo. O PMDB virá conosco no plano nacional e aqui em Minas", disse Vaccarezza, líder na Câmara.
Os dois pré-candidatos do PT de Minas, o ministro de Desenvolvimento Social e Combate à Fome, Patrus Ananias, e o ex-prefeito de Belo Horizonte Fernando Pimentel têm afirmado que a aliança com o PMDB e os outros partidos da base aliada do presidente Luiz Inácio Lula da Silva é importante, mas nenhum deles admite uma eventual retirada da pré-candidatura em favor do PMDB, para reforçar um acordo nacional.
O deputado João Paulo Cunha reconheceu que, em alguns Estados, como São Paulo, Bahia, Santa Catarina e Pernambuco, a união entre PT e PMDB está muito difícil. Segundo ele, esse não é o quadro de Minas Gerais, "onde o presidente Lula tem aliados importantes nos dois partidos".
No jantar, em que recebeu os apoios de Cunha e Vaccarezza, Reginaldo Lopes disse que seu partido nunca esteve em uma situação tão favorável na disputa pelo governo de Minas.
Candidatos cumprem agenda antes da definição de nomes
O Ministro do Desenvolvimento e Combate à Fome, Patrus Ananias (PT), participou ontem de um seminário sobre políticas sociais em Congonhas, na região Central. À noite, assistiu à posse da diretoria do Sindicato dos Professores do Estado.
Pré-candidato ao governo de Minas, Patrus trava com o ex-prefeito de Belo Horizonte Fernando Pimentel um duelo interno no PT pela indicação.
Dos dois lados, os apoiadores sustentam que o pleiteante possui o poder da maioria da legenda. Antes de definir quem será o escolhido, o PT tem pela frente as eleições diretas. Cinco candidatos disputam o comando do PT no Estado.
Excursão
- O governador em exercício, Antonio Anastasia (PSDB), foi homenageado ontem nas cidades de Careaçu e Nazareno, no Sul de Minas
- Ele anunciou que o programa Farmácia de Minas, do governo, vai abranger 500 municípios
- Mais uma vez, Anastasia evitou falar sobre eleições
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PED. O PT realiza em novembro eleição direta para escolher o novo comando do partido em Minas e em âmbito nacional
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